Falar que a tecnologia está presente em nossas vidas é “chover no molhado”. No entanto, o momento atual requer que olhemos com atenção para o crescimento das empresas que, de alguma maneira, atuam no segmento.
Sejam os grupos que atuam com infraestrutura de dados, agências de Marketing Digital ou as tão faladas startups e fintechs, também chamadas de “unicórnios brasileiros” podem estar otimistas para o ano que está começando. As razões para esta percepção iremos apresentar a seguir.
A pandemia trouxe novos usuários para o ambiente online
A pandemia provocada pelo Coronavírus mudou a rotina de pessoas ao redor do mundo. A maneira como interagimos, aprendemos e consumimos foi abruptamente transformada. Com mais gente em casa e conectada à Internet, as empresas precisam intensificar suas estratégias online, para seguirem relevantes e oferecerem uma boa experiência com seus produtos/serviços.
Segundo material compilado pela empresa Infobase, 13% dos brasileiros fizeram compras pela internet pela primeira vez em 2020. Ainda segundo a pesquisa, outros 24% intensificaram o uso da web para consumir.
Comunicação é essencial
Neste sentido, a comunicação no ambiente virtual também se torna relevante. Ao longo de 2020, vimos artistas, instituições de ensino, jornalistas e uma série de outros setores apostando nas chamadas LIVES, que caíram no gosto das pessoas.
O movimento representa uma expansão da produção de vídeos pela Internet, seja nos já consolidados YouTube, Facebook e Instagram, ou na Twitch, plataforma adquirida pela gigante Amazon e que tem atraído inúmeros usuários e produtores de conteúdo. Cabe ressaltar ainda que na plataforma do Google, oito das dez lives mais vistas no mundo inteiro são brasileiras, com a liderança da cantora Marília Mendonça. Números da web refletem um momento e podem mudar muito de um ano para o outro, mas servem de referência para anunciantes direcionarem seus investimentos de forma mais assertiva, o que é um grande diferencial do Marketing Digital.
Consumidor/usuário no centro
Outra percepção bastante clara é a de que o consumidor/usuário está no centro das discussões e cada vez mais empoderado, buscando as mais diversas referências para tomar uma decisão. Neste sentido, precisamos pensar nos aplicativos de smartphones, que precisam ser atualizados e otimizados considerando a experiência de quem irá utilizá-los. Afinal de contas, de nada adianta ter ótimos serviços se a jornada for pouco intuitiva. As startups e fintechs, citadas no começo do texto, perceberam este momento e já “nasceram” com esta orientação.
Conclusão
O objetivo do texto foi mostrar que podemos aprender muito com as empresas de tecnologia. Mesmo que você não atue exatamente neste segmento, pode tirar lições valiosas para o seu negócio. Busque referências, pesquise sobre o assunto e mãos à obra!









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